Pretende-se, através deste concurso, com responsabilidade curatorial de Pedro Gadanho, mapear estratégias arquitectónicas e urbanas que, reactivando abordagens da Performance Art, fornecem novas pistas sobre o papel de arquitectos, artistas e designers no contexto urbano. O concurso destina-se a equipas que, em articulação multidisciplinar, criem conceitos e estruturas temporárias que favoreçam a apropriação de espaços públicos considerados controversos por parte dos habitantes. Visa-se fomentar práticas arquitectónicas e urbanas alternativas à construção de monumentos e outras estruturas tradicionais por instalações, acções, happenings e intervenções urbanas e temporárias. As propostas devem ser submetidas até 6 de Janeiro de 2012 atarvés do sítio www.performancearchitecture.guimaraes2012.pt

O arquitecto Santiago Cirugeda (Espanha), Didier Fiuza Faustino (França), a par do gabinete de arquitectura Raumlabor (Alemanha), Office for Subversive Architecture (Alemanha) e A77 (Argentina), são os membros que compõem o júri da prova.


Transforma Lab

15Out11


To order | Encomendar: SRI-FBAUP – world@fba.up.pt (18€ + post/portes)

http://shrapnelcontemporary.wordpress.com/2011/06/15/read-all-about-it/


(dis)locations

29Set10

(dis)location#1 Crestuma July-September, 2010

Bárbara Leite | Carolina Anselmo | Filipe Garcia | Filomena Nascimento | Francisco Chendo | Inês Alves | Ivone Monteiro | Maria João Tavares | Marta Rocha | Meireles de Pinho | Miguel Costa | Rita Rainho | Tânia Pires | Ivo Teixeira

In each movement of dislocation of a body, the act of making place is re-discovered, the act of attributing meaning to that which is attained by our senses, and to that which, though not attained, is foreseen in what is alluded. Crestuma is a hoard of organised meanings that are summoned under the sign usually designated as identity, which, in several subjective levels, are joined by the partial constructions that each individual makes of said sign.

In (dis)location#1 fourteen new ways of looking find a place in the arteries of the village, revealing the contextual texture of the place and, mainly, sharing with its inhabitants and visitors re-readings that enable, amongst the former, a re-dimensioning of the everyday look, and amongst the latter, offering a particular knowledge that extravasates the usual readings of a touristic guide.

Though defining an heterogenous pattern, these interventions allow for the identification of three discoursive lines.

The fluorescent past of the village, materialised in the disused buildings and shared in narration by the inhabitants, constitutes one of the factors of interest in the approach of Carolina Anselmo, Meireles de Pinho, Bárbara Leite, Filomena Nascimento and Ivone Monteiro. Stories are re-inscribed and particular aspects of the industrial heyday are revealed, able of potentiate, in the present, a re-enactment of forgotten memories and a prolific re-encounter with the past.

Rita Rainho, Marta Rocha and Tânia Pires re-enforce the sense of belonging of the land to the edifying agents of their everyday. These approaches are substantiated in the commitment of thinking the social needs of the Village, or through the poetic enhancement of their landscape, in the act of “rendering visible”, or in the collective planting of the edge of the ridges.

Finally, the work of Ivo Teixeira, Filipe Garcia, Miguel Costa, Inês Alves, Francisco Chendo and Maria João Tavares relaunch the act of perpetual re-inscription of the present, proposing re-readings of the specificities of local identity.

Crestuma is extended in the eyes of who sees it and of who renders it visible.

Carolina Rito

Jelgava, Latvia, 7-12 December, 2009

Alunos: Ana Marta/ Inês Alves / Ivo Teixeira / Filipe Garcia / Joana Nascimento


Porto, 27, 28 e 29 Nov. 2009

Parceria com o Núcleo de Experimentação Coreográfica

(Alunos: Ana Guerra, Filomena Nascimento, Rita Rainho)


(Inês Moreira, Gabriela V.Pinheiro, Cirurgias Urbanas)

Bárbara Leite, série de fotografias.

Workshop sob diversas abordagens que permitam contacto com práticas e pensamento com alguma especificidade, agrupadas em três grupos genéricos: performatividade, visualidade e espacialidade.

O conjunto de sessões possui um carácter aplicativo a partir de reptos discursivos que se expressem na manipulação de uma situação/espaço concretos, destinando-se a fornecer dados, metodologias e ferramentas operativas para as propostas de Projecto em curso. Todas as abordagens são úteis para todas as Propostas, decorrendo em paralelo.


Organizado e dirigido pela artista Carla Cruz. Parceria NEC.

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Algumas notas sobre o Workshop

Pensando os olhares que enriquecem as diferentes práticas, a integração de alunos do MADEP num workshop destinado a gerar e estimular contribuições para um concurso de ideias para o espaço público surge como um importante contributo para uma cultura realmente multidisciplinar no que diz respeito às formas de nele intervir.

Propõe-se observar e investigar as iconografias do local, sejam por exemplo de género, determinadas por mecanismos de poder, ou de natureza relacional. Concomitantemente, pretende-se reflectir sobre questões relacionadas com a legibilidade da paisagem sem esquecer que a paisagem é um processo de representação.

Assim, sugerem-se exercícios como: legendar a paisagem urbana para além do descritivo e contemplando a sua eventual recusa à visibilidade; registar a complexidade visual da paisagem construída enquadrando as suas diferentes dinâmicas; navegar o espaço em estudo em condições provocadas e fora dos parâmetros habituais; encontrar formas de referenciar o uso do espaço comunicando-o visualmente; finalmente simular a criação de situações urbanas em que seja facilitado um sentido de lugar que incorpore e processe as questões relativas ao património tomado tanto no seu sentido mais tradicional de legado histórico, como no sentido dinâmico das vivências e temporalidades actuadas no presente.

O principal problema metedológico apresentado a partir do contributo dos alunos MADEP no workshop será: como resolver as contradições geradas entre as inevitabilidades de uma cultura material e a ideia de processo?

Mercado do Bolhão

O tema deste primeiro workshop Porto Redux é o Mercado do Bolhão, operando-se nessa relação dinâmica que se pretende entre cidade e património, compreendendo o recente processo de reabilitação urbana da baixa e as continuas transformações e emergências da cidade

Dado o pouco tempo disponível e às próprias condições inerentes ao próprio mercado, este workshop vai ter como objectivo realizar cinco (um por grupo) projectos de ideias, produzindo e discutindo conceitos para uma lógica urbana do mercado, programas e valências a serem integrados e um projecto de arquitectura que deverá desenhar essa proposta. Nesse sentido este workshop pretende:

+ Compreender a Baixa como um dispositivo essencial da dinâmica cultural, social e económica das cidades.

+ Compreender a importância da arquitectura como dispositivo multi-disciplinar, de resposta às constantes transformações da cidade.

+ Compreender a importância de uma visão dinâmica e operativa do património no contexto dos novos fluxos que as cidades geram e podem gerar.

Cinco Grupos (in progress)

> Quarta-Feira, 30 Abril > Domingo, 04 Maio

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Metro por 68

25Abr08

Projecto

A pretexto das comemorações do 5º Aniversário da Empresa Metro do Porto alguns alunos do MADEP e do MDI reflectiram sobre o impacto do Metro na vida da cidade, sobre as suas estórias e sinergias, produzindo propostas de intervenção para o interior e/ou exterior das plataformas e estações. Da quase meia centena de propostas submetidas apenas 5 foram realizadas, tendo sido elaborada uma série de posters das Propostas de Projecto que integraram a Exposição “Metro por 68″, patente na Sala de Leitura da Biblioteca Municipal do Porto entre 15 de Abril e 3 de Maio de 2008.

Sofia Santos e Joana Nascimento

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Thais Tréz

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Luís Sezões

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Vânia Cunha

Explorar dinâmicas e narrativas que expressem a vivência do espaço, quer pelo estudo dos percursos efectuados pelos utentes no seu interior, quer através das expressões verbais por eles proferidas em conversas fortuitas ou quando interpelados por terceiros. O espaço passa a dialogar com os seus “habitantes”, albergando ideias, sugestões e pensamentos daqueles e para aqueles que o frequentam.


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Brunna Anchieta e Rosana Ferreira

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